domingo, 8 de setembro de 2013

Na 5ª fase tínhamos previsto a manutenção da palamenta e outras peças do Raposinho.
Reparámos o leme e agora terminámos a manutenção do mastro, já não falta tudo.

Desta vez tivemos uma companhia especial, um "Amiguinho do Raposinho".







sábado, 7 de setembro de 2013

O Raposinho volta a participar numa regata.

Por limitação de tempo estivemos presente apenas no dia da regata. Nesse dia saímos do Seixal manhã cedo e chegámos à Doca de Pedrouços ainda as embarcações estavam no cais.

Quando a regata começou não havia vento, foi a oportunidade de ouro para uma camara fotográfica de menos de 100 euros poder espreitar a "intimidade" das embarcações de que nos aproximávamos, em boa verdade, das embarcações que passavam por nós.

Mesmo assim não faltaram "algumas manobras mais apertadas" e longos momentos para desfrutar o magnífico estuário do rio Tejo.




A Regata Evocativa do 150º Aniversário do Museu de Marinha e a Regata do Atlântico Azul, decorrerão em simultâneo. A Associação Naval de Lisboa e a Marinha do Tejo foram as entidades organizadoras, com o apoio da Marinha de Guerra Portuguesa.


Estamos a chegar à Doca de Pedrouços.
Esta foto é o testemunho do muito trabalho que há para fazer no Raposinho


Chegámos à Doca de Pedrouços ainda as embarcações se encontravam no cais.








As Canas de Leme são verdadeiras obras de arte e o orgulho dos arrais.




Um pormenor simpático que a ausência de vento permitiu captar.




Canoas no Tejo.


Um detalhe da Marinha do Tejo, um verdadeiro museu vivo.






















Não há desculpas para não estar presente numa regata da Marinha do Tejo.






Nesta altura da regata o vento já fazia sentir a sua força.




É dificil resistir ao charme do varino "Sou do Tejo".


Estamos de volta a casa,
com a certeza de que o Raposinho irá participar em muitos eventos por todo o estuário do Rio Tejo.


OUTROS OLHARES 


No próximo dia 21 de Agosto de 2013 vai realizar-se a Regata evocativa dos 150 anos do Museu da Marinha e do Atlântico Azul.

Queremos estar presentes neste evento, há muito tempo que o Raposinho não participa numa regata.

Os Amigos do Raposinho responderam à chamada, aparelhámos o catraio, deixámos para mais tarde os trabalhos que temos agendados para terminar a reparação.


Com experiência e engenho o mastro foi rapidamente colocado no seu lugar,
o Raposinho recuperou a sua dignidade.


À primeira vista pode não parecer, mas garanto-vos que todos trabalharam arduamente.


Os brandais estão quase prontos para cumprirem a sua finalidade, fixar transversalmente o mastro da embarcação.


A posição da boneca foi cuidadosamente estudada,
numa embarcação pequena, cada peça tem de estar no lugar certo para cumprir em pleno a sua funcionalidade.


Os Amigos do Raposinho cumpriram o objetivo, o Raposinho está pronto para a grande regata.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

O Raposinho já está pintado, mas esteve muito tempo fora de água, o casco perdeu muita humidade o que provocou a abertura de grandes espaços entre as tábuas.

O casco foi calafetado mas teve de ser afundado para que todas as tábuas inchassem o suficiente para fechar todos os espaços entre elas.

Depois de vários dias "de molho" voltou a flutuar e está pronto para navegar.

Faz cinco meses que iniciámos a reparação do Raposinho, já estamos no verão e ainda nos faltam várias fases para terminarmos a reparação. Não temos dinheiro para terminar todas estas fases e começa a ser complicado deslocarmo-nos todas as semanas ao estaleiro para efetuarmos os trabalhos de reparação não especializados.

Tivemos de rever a metodologia de trabalho para conseguirmos terminar a reparação.

Na 5ª fase, os trabalhos de manutenção da palamenta e outras peças do Raposinho não requerem mão de obra especializada, podemos executá-los no Seixal, como ainda não trouxemos o mastro para o estaleiro, facilitou-nos a tomada desta decisão.

A 6ª fase é dedicada à reparação do velame do Raposinho, este trabalho tem de ser executado por técnicos especializados e ainda não conseguimos o patrocínio para suportarmos este custo, decidimos usar as velas que estão em melhor estado e adiámos a finalização desta fase.

A 7ª fase tinha como objetivo a reparação do motor do Raposinho. Conseguimos cumprir este objetivo, pedimos ajuda a um dos primeiros Amigos do Raposinho que é mecânico de motores de barcos, identificou as peças avariadas, comprámos peças novas e ele ofereceu a mão-de-obra da reparação.
O motor do Raposinho ficou como novo, um muito obrigado ao amigo João Pedro.

A 8ª e última fase, o regresso ao Seixal.
Ponderámos todas estas questões e com a autorização do Mestre Jaime Costa decidimos levar o Raposinho para o Seixal. Com o Raposinho em casa vamos ter mais disponibilidade para executar os trabalhos que podemos terminar.


Numa manhã cinzenta de Julho, o Mestre Jaime Costa abriu-nos o seu Estaleiro Naval para aparelharmos o Raposinho e partirmos em direção a casa.

Uma última revista ao motor reparado por um Amigo do Raposinho.

É uma segunda-feira, a manhã já vai alta, já são horas de ouvir os sons do trabalho dos homens que teimam em manter vivo o saber construir e cuidar as embarcações tradicionais do estuário do rio Tejo.

Mas em vez disso, ouve-se os sons de um estaleiro adormecido, que apenas é rasgado pelo barulho do motor do Raposinho que pegou logo ao primeiro arranque.

O Estaleiro Jaime Costa foi o destino da última viagem de muitas das embarcações tradicionais do estuário do rio Tejo que assistem à partida do Raposinho. Mas ainda é a linha de partida de muitas viagens para algumas embarcações tradicionais como a canoa Madalena construída este ano neste estaleiro (à direita no fundo da imagem).

Temos esperança que este estaleiro continue a ser por muitos mais anos a linha de partida de muitas embarcações tradicionais do estuário do rio Tejo.

A bordo do elegante varino "Sou do Tejo", propriedade do Mestre Jaime Costa, um último olhar ao Raposinho.

O Raposinho volta a navegar na Baía do Seixal, esta mais lindo com a sua pintura tradicional renovada.

Os Amigos do Raposinho vão prepará-lo para enfrentar os desafios que o esperam, no seu papel de embaixador do Seixal, da sua Baía e da Vela Tradicional, por todo o estuário do rio Tejo.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

4º fase - Pintura do casco do Raposinho.


Terminada a obra do Mestre Carpinteiro de Machado, o casco do Raposinho foi afagado e calafetado.

Em seguida, os Amigos do Raposinho pintaram o casco com uma tinta primária para posteriormente receber as cores que iram dar vida à sua pintura tradicional.




O Raposinho ficou pronto para receber a sua pintura tradicional.
Ao fundo a canoa "Madalena" espelha a sua beleza nas águas tranquilas do estuário do rio Tejo,
a mais recente criação do Estaleiro Jaime Costa.

Esta fase não foi das mais complicadas, mas precisámos de dois dias para a realizar.

O Raposinho ficou pronto para receber das mãos do Mestre Pintor Diogo Gomes a reposição da pintura tradicional que é a sua "imagem de marca".




Mais algumas horas de trabalho do Mestre Pintor e a pintura exterior do casco do Raposinho ficou terminada.

Com a ajuda do Mestre Pintor Diogo Gomes o Raposinho voltou a exibir a beleza da sua pintura tradicional, os Amigos do Raposinho agradecem esta preciosa ajuda.
 
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